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Campos do Jordão, 15 de dezembro de 2017.

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Casa da Xilogravura comemora 30 anos com exposição

por: - Atualizado: 21/09/2017 11:09

Para brindar 3 décadas de história, a Casa da Xilogravura, em Campos do Jordão, abre no dia 23 de setembro a sua exposição comemorativa, reunindo mais de 100 novas obras de xilógrafos residentes no Brasil.

A Mostra é resultado de um concurso com participação de 204 artistas, sendo que quase dois terços não tinham peças no museu e, na sua grande maioria são jovens artistas com menos de 30 anos de idade e, que também marcarão seus nomes dentro do único museu dedicado a esta obra no Brasil.

Durante as comemorações também serão premiados 20 artistas, sete categorias e menções honrosas:

Grande Prêmio Casa da Xilogravura: Anderson Wilcke, de Embu das Artes -SP

Grande Prêmio Reencontro: Lucie Maria Schreiner, de Marechal Cândido Rondon -PR

Prêmio Descoberta: Pedro Sanchez, do Rio de Janeiro –RJ

Prêmio Descoberta: Diego Santana de Farias, de Fortaleza – CE

Prêmio Descoberta: Francisco Horta Albuquerque Maranhão, de S.Paulo– SP

Prêmio Singularidade: Márcia Santtos, de Santos  – SP

Prêmio Mantiqueira: Djalma Toledo, de São José dos Campos – SP

Menção Honrosa: Adriano Gambim Rocha, Angela Leite, Cláudia Sperb, Fernando Gómez Alvarez, Joyce Farias de Oliveira, Luisa Almeida, Maércio Lopes de Figueiredo Siqueira, Maria Angélica Chiang, Marly Calilo Bezerra, Milton Cazelatto, Miriam Aparecida Mendes, Paulo Cesar Lenço, Tiago Costa de Sousa.

A Exposição ficará aberta até 26 de fevereiro de 2018 e, o público ainda poderá percorrer as outras 27 salas do museu e conhecer o acervo que somam mais de 4 mil obras de 1000 xilógrafos brasileiros e estrangeiros, além de todas as variações e aplicações da xilogravura na história da humanidade.

Casa da Xilogravura fica na Av. Eduardo Moreira da Cruz, 295 – Bairro Jaguaribe – Aberta de quinta a segunda-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17 h. Entrada a R$ 8,00 (acima de 12 anos), R$ 4,00 (a partir dos 60 anos) – F: (12) 3662-1832

História: Iniciado, em 1987, com três salas e cerca de 20 obras, o professor Antonio Fernando Costella, aos poucos viu que o seu sonho de expor sua coleção de xilogravuras começou a crescer e ganhando cada vez mais espaços e tomar parte da sua casa e pedir um recanto que fosse dedicado para reunir esse acervo. Hoje reúne mais de quatro mil obras, de 1000 artistas entre brasileiros e estrangeiros, em 30 salas. Costella que lecionou por 20 anos na Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo,para quem deixará a Casa da Xilogravura, já que esta compreende esse legado, tanto os imóveis do Museu, quanto seu acervo.