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Campos do Jordão, 26 de abril de 2017.

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26
2012

Começa o I Festival Internacional de Cinema de Campos do Jordão

por: - Atualizado: 26/06/2012 17:37
André Sturm falou sobre o conceito do festival e as exibições. Ouça a entrevista:
Os barbixas no Festival de Cinema de Campos do JordãoUm coquetel no Convention Center marcou a abertura do I Festival Internacional de Cinema de Campos do Jordão, que deverá exibir mais de 50 filmes durante 9 dias na serra.
O evento contou com o bom humor dos atores Elídio e Daniel da Cia Barbichas de Teatro, que animaram o público e fizeram o divertido papel de mestre de cerimonia.
Dança Expressão em MovimentoO grupo de dança Expressão em Movimento de Campos do Jordão ganhou a atenção dos convidados, mostrando belas coreografias durante a cerimônia.
Além da presença de autoridades locais, o coquetel contou com a presença do diretor do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, André Sturm, que também assina a curadoria do festival.
Em entrevista a NetCampos, Sturm falou sobre o I Festival Internacional de Cinema de Campos do Jordão.
André Sturm curador do Festival Internacional de Cinema de Campos do JordãoO conceito do festival:
“Eu achei que já tem muitos festivais no Brasil, então seria legal um festival em Campos do Jordão ter uma personalidade, ter alguma coisa que o diferenciasse. E as comédias são um gênero, que embora muito populares, raramente presentes nos Festivais. Então daí veio a ideia de fazer um festival de comédias. Que é o único no Brasil”.
Sobre a escolha dos filmes filmes feito pelo público:
“Essa ideia da votação popular justamente serve como um parâmetro e com um termômetro, do que agrada mais e do que agrada menos, que vai servir para que agente possa estar aprimorando a programação nos próximos festivais”.
A programação:
“Nós recebemos mais de 150 filmes, boa parte curta metragem, então a ideia foi fazer uma programação de filmes bons, interessantes, mas variado. Uma programação diversificada com filmes mais populares, filmes um pouco mais sofisticados, filmes de vários países, filmes de várias regiões do Brasil, para ser efetivamente um universo, um leque. E que todo mundo possa encontrar um, ou dois ou três filmes que goste. Não ser uma programação com filmes muito parecidos, que eventualmente algumas pessoas vão gostar muito, e várias pessoas não vão gostar.Um dos critérios foi este, a diversidade.
Escute a entrevista:

Fotos: Cristiano Tomaz